Banco de Idéias
| Pela REABILITAÇÃO do Porto de Porto Alegre |
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| Dom, 27 de Setembro de 2009 12:15 |
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Revitalização é um termo até suave, pois o que o porto precisará é de REABILITAÇÃO, pois no passado ele foi o centro de tudo na cidade, aliás, ela nasceu por ali. SE antes ele foi o começo de tudo, hoje ele é o “fim da picada”, sujo, escuro, sem estrutura e sem utilidade, uma vez que o mundo a bastante tempo aprendeu a voar e, mesmo sem deixar de navegar nas águas tranqüilas do lago, relegou esta atividade a um diletantismo incompreensível, pois o lago pede para ser utilizado, para todas as atividades, como o transporte, a travessia e o lazer. Um misto de cegueira e ganância faz com que o rio e o porto fiquem a deriva por falta de iniciativa, pulso e coragem de governantes que até hoje sempre cederam aos interesses de cada grupo que, a guisa de preservar algo entre história, cultura e meio ambiente, não percebe que destrói os tres: A não reabilitação do Cais do Porto de Porto alegre degenera a qualidade de vida dos porto alegrenses, coloca a perder os vestígios da história e apaga da memória das gerações, a grandeza que a cidade conquistou ao entrar justamente por este proto, que, ao não ser revitalizado, se degrada a cada dia. Os Hoteleiros de Porto Alegre, reunidos em torno da ABIH – Associação Brasileira dos Hoteis – acreditam e firmam pé na convicção de almejar um porto vivo, limpo, iluminado e saneado, com atividades econômicas, culturais e turísticas em pleno andamento, por isto a construção de residências, hotéis, restaurantes, museus, teatros, centros de eventos, marinas e a navegação regular da travessia do lago para dar significado econômico a este espaço tão nobre e tão abandonado. Exemplos de reabilitações de espaços semelhantes se vê em vários lugares do mundo, como na Argentina, na Austrália, na Tunísia e mesmo aqui no Brasil, como se vê em Recife e no Rio de Janeiro, ações para, alem de tudo humanizar estes lugares que no passado foram tão importantes. Revitalizar o porto é, desta forma de ver, muito mais importante que uma questão meramente econômica, cultural histórica, é uma necessidade humana, de dar conforto e fazer a cidade respirar. Tambem é uma necessidade cidadã, da cidade que leva o porto até no nome. |








